Reforma Previfor- Coordenador Cleyton Magalhães propôs negociar após lockdown

Representando a Frente Sindical, o coordenado do Sindicato dos Odontologistas do Ceará (Sindiodonto), Cleyton Magalhães, participou de uma reunião que tinha como pauta a reforma do Previfor. Cleyton sugeriu a suspensão do debate neste período de lockdown, momento que algumas pessoas estão cumprem um isolamento mais rígido, conforme decreto governamental. O coordenador do Sindiodonto também apontou a necessidade das reuniões com participação em massa das entidades representativas.
A representante do IPM defendeu a segregação de massa, alegando que o plano capitalizado dos servidores, que entrarão a partir de 2022, poderia ser 14% + 17,7%. Finalizou dizendo que isso já seria suficiente, todavia, a sugestão foi rechaçada pela Fersep-For. Dado a complexidade da matéria, Cleyton Magalhães propôs um cronograma de reuniões para apreciar, debater e encaminhar os diversos pontos do Projeto de Lei Complementar (PLC), a fim de considerar os diversos pontos que, em suma, reproduzem a Emenda Constitucional 103, do governo Bolsonaro, cuja posição a nível nacional do PDT, partido do prefeito Sarto, foi contrária e está a propor sua implementação em Fortaleza.
O integrante do Conselho Fiscal do IPM, Eriston Ferreira, levantou questões de ordem técnica e solicitou uma reunião com atuário do IPM, para que seja possível simular cenários, já que a PMF tem essa possibilidade em mãos. Eriston considerou dificultoso apresentar propostas sem ter acesso aos números e estudos técnicos. A Frente Sindical concordou também com a proposta do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sindiute) quanto a realização de uma auditoria externa nas contas do Previfor, destacando a realização de dois encontros: um técnico e o segundo de caráter político com a participação do prefeito Sarto.
O advogado na área previdenciária, Dr. Paulo Bacelar, contratado pela Frente Sindical, defendeu as alterações nas questões de pensão, pois segundo o especialista, há três fatores de redução no projeto, contudo, mesmo à frente das considerações das entidades representativas, a gestora que ali representava o governo Sarto, permaneceu sem responder as questões.
Rolim sugeriu que as perguntas e sugestões fossem encaminhadas por escrito. Por fim, o secretário Ésio falou que tinha anotado três pontos: pedido de reunião com prefeito, realização de reunião técnica e alteração no trecho das pensões. A Frente Sindical reforçou mais uma vez a necessidade de suspender a tramitação e o debate até o fim do Lockdown. Ésio anotou a reivindicação. O vereador Gardel encerrou a reunião sugerindo um novo encontro na próxima semana. O parlamentar compromete-se, também, realizar uma audiência pública virtual, quando a matéria chegar à Câmara Municipal de Fortaleza.

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